É comum vermos, especialmente nos meses mais quentes do ano, determinados lagos, lagoas, fontes, fontanários ou piscinas contaminados por um crescimento anormalmente grande de algas.

A explicação deste fenómeno está no excesso de nutrientes que pode ser encontrado nestes corpos de água, na temperatura desta, que propicia o aparecimento destes blooms algais e, também, nas alterações climáticas que também contribuem para o aumento da temperatura da água.

O resultado desta proliferação de algas coloca em risco a saúde humana e de animais domésticos, o meio ambiente e as próprias economias locais.

  • Este ambiente e propício ao aparecimento de cianobactérias na água. Estas são tóxicas para humanos e poderão ser fatais para animais domésticos que consumam a água contaminada.
  • A proliferação de algas tem como consequência a morte de peixes que existam nos corpos de água.
  • O aspecto, o próprio cheiro libertado e as consequências nefastas causadas por este fenómeno levam a que a economia local, tais como restaurantes, cafés e os próprios habitantes das proximidades evitem o contacto com estas, diminuindo o seu bem-estar geral e o sentimento de acolhimento nas suas comunidades.

Este tipo de fenómenos de eutrofização é um dos pilares do estudo e intervenção da PQB.

A nossa avançada tecnologia recorre a um processo intensivo, não invasivo de recuperação do ecossistema.

Este permite interferir no crescimento das algas, de forma totalmente biológica, ao introduzir no sistema aquático organismos que competem com as estas por alimento.
Ao fazê-lo, permitimos baixar a quantidade total de nutrientes na água e impedir que as algas se continuem a reproduzir, dotando o meio aquático de maior capacidade de adaptação à lixiviação de nutrientes e limitar a proliferação de cianobactérias.

Fomos contactados por um dos nossos clientes, nos exemplos da figura 1 e 2, num caso severo em que cerca de 250kg de peixes já haviam sucumbido devido a este fenómeno.
Os testes conduzidos inicialmente apontavam para quantidades extremamente elevadas de fósforo e azoto amoniacal.

Os resultados foram extremamente significativos, permitindo descer decisivamente estes valores no decorrer da intervenção em:

  • 99.85% os níveis de concentração total de fósforo;
  • 60,90% os níveis de azoto amoniacal.

Com estes resultados e apenas em 47 dias, de acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente, os valores em estudo permitiram passar de uma qualidade de água Muito má para Boa.
Permitindo, até, uma maior afluência dos habituais locais, patos e cisnes, no final da nossa intervenção.

A chave para impedir estes fenómenos é uma intervenção atempada, com inícios no final de Março, início de Abril, coincidindo com a época em que o calor se fará sentir.

Os benefícios de saúde, o impacto financeiro para Municípios e Autarquias, para o comércio local e, não menos importante, para o meio ambiente e todos os seus intervenientes é essencial para garantir o bem-estar e equilíbrio de todos.